quinta-feira, 29 de abril de 2021

"Semana do Tropeiro"

Dia 28 de abril de 2021 - participação "Semana do Tropeiro" (apresentação musical com a talentosa dupla Julia e Maria Vitória + apresentação de dança com o casal Celso e Rosangela + poesia e Histórico sobre os Tropeiros com Valéria Borges da Silveira ). Realização: Prefeitura Municipal da Lapa.

Parabéns aos organizadores e a todos participantes!

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Live em homenagem aos Tropeiros

Dia 28 de abril de 2021 - Participamos da Live em homenagem aos Tropeiros com poesia e um pouco de história. Semana do Tropeirismo - promoção: Prefeitura Municipal da Lapa - de 26 a 30 de abril de 2021. Agradecimentos especiais a Ganso Nogueira e a todos envolvidos.
Parabéns aos organizadores e participantes!!


segunda-feira, 26 de abril de 2021

Dia 26 de abril - Dia do Tropeiro da Lapa-Pr

 


“A LAPA E O TROPEIRISMO” – autoria: Valeria Borges da Silveira

“A Lapa,
Com seu patrimônio histórico tombado
E muito bem preservado,
Tem sua origem atrelada ao tropeirismo...
Os tropeiros pegavam a estrada
E transportavam gado
Do Rio Grande do Sul a São Paulo,
Abrindo caminhos, em um passado idealizado.
Fazendeiros – tropeiros, homens valentes, aventureiros,
Corajosos guerreiros....
Deixaram hábitos,
Arraigados, no dia-a-dia dos lapeanos...
Sua rica culinária, quirera, feijão tropeiro,
Paçoca e arroz carreteiro!
E a hora do chimarrão,
Significativo costume da população.
Matear e conversar,
Em volta da fogueira,
Tradição tropeira:
Confraternização, revigoramento, descontração...
Na minha família,
Com muito orgulho o “herói fundador”
Nhô Joaquim, na lida do campo, nos rodeios, nas festas.
No linguajar especial : alçado, arreio, capoeirão, rabicho, tirador.
Botas, poncho e chapéu.
Tropeiro do Paraná,
Pegava estrada ao Léo,
Procurando um bom lugar para pousar.
Tropeirismo é uma marca de identidade da Lapa.
Marca que deve ser valorizada.
Uma história cheia de encantos.
De gente que conquistou os quatro-cantos,
Dominando a política e a economia.
Cultura respeitada e preservada, que nos leva á nostalgia.”
*Imagem Internet
História do Tropeirismo (origem) – fonte: Brasil Escola
A descoberta das minas de ouro de Minas Gerais teve como uma de suas consequências a grande demanda de gado equino e vacum. Recorreu-se então aos muares xucros da região missioneira do sul, tocados pela estrada Viamão-Sorocaba, aberta em 1731.
Os tropeiros muitas vezes precisavam pernoitar em pontos do percurso esperando a chuva estiar, ou nível dos rios abaixarem; isso gerava a necessidade de estoque de alimentos, disponibilidade de ferramentas e materiais para acampamento. O fluxo constante de pessoas ao longo da rota somado à esses acampamentos criava oportunidade para estabelecer comércio, nucleando pontos de urbanização.
Inaugurava-se assim o ciclo das tropas na história paranaense, que se estendeu até a década de 1870, quando começou a era do transporte ferroviário. Numerosos habitantes dedicaram-se ao rendoso negócio de comprar muares no sul, inverná-los em seus campos e revendê-los nas feiras de Sorocaba. Foi essencialmente com a disseminação das fazendas de criação e invernagem que se fez a ocupação do território. Com base na propriedade das pastagens e no trabalho de escravos negros e índios, estabelecem-se as famílias que detêm o poder regional. Graças às tropas que se estabeleciam ao torno de alguns rios, surgiram municípios como Lapa, Ponta Grossa, Castro, Piraí do Sul e Jaguariaíva.
Em 1986 uma pesquisa considerou o tropeirismo como patrimônio cultural do Estado do Paraná.
Os museus, ou casas de cultura, também se destacam na salvaguarda da memória do tropeirismo. O Museu do Tropeiro - de Castro, Museu Histórico Municipal Desembargador Edmundo Mercer Júnior - de Tibagi e a Casa Vermelha, na Lapa são alguns Museus de destaque na história do Tropeirismo no Paraná.
História do Tropeirismo (Lapa-Pr)
A história da Lapa está atrelada ao tropeirismo.
Na antiga Vila do Príncipe, hoje nossa cidade da Lapa, no tempo em que foi fundada, em 1731, era uma grande campina, cortada por verdejante e por rumorejantes riachos de água, lugar ideal para descanso e pousada.
Os tropeiros nos deixaram um legado de imenso valor. Já na entrada da cidade, nos deparamos com o monumento ao tropeiro, obra do artista Poty Lazzarotto, que registra a história dos homens protagonistas da construção da cidade. Continuando, temos a Avenida Manoel Pedro, uma lembrança para uma geração mais remota, que vivenciou a Rua das Tropas ser tomada pelo barulho da tropeada.
Ao revisitarmos a história da Lapa, não há como negar a importância do tropeirismo na criação e desenvolvimento da cidade. Foram os tropeiros os precursores do progresso, foram eles que fecundaram este chão do qual nos orgulhamos. Somos herdeiros dos hábitos, valores, costumes, desses homens que lavraram estas terras com amor e coragem, nos colocando na rota de uma história que jamais será esquecida.
Ao se falar em tropeirismo e legado cultural deixado pelos tropeiros, precisamos lembrar que personagens ilustres contribuem e contribuíram para a construção da rica história da Lapa.
Entre os personagens que destacaram-se na história do tropeirismo, está a figura de David dos Santos Pacheco – o Barão dos Campos Gerais, o homem símbolo na história econômica e social do Paraná, na sua conjuntura tropeira do século XIX.
David dos Santos Pacheco, nasceu em 1810 na Vila do Príncipe, as margens do Rio Iguaçu, na antiga Fazenda Bom Jardim, posteriormente Fazenda Santa Amélia e hoje, Assentamento do Contestado. Era descendente direto dos fundadores da cidade: João Pereira Braga e Josefa Gonçalves da Silva.
Casou-se em 1844 com sua sobrinha Anna Francisca Pacheco de Carvalho, a baronesa dos Campos Gerais.
David dos Santos Pacheco foi um grande homem de negócios, teve grande importância na vida publica e política, foi empreendedor, com uma ampla visão das sociedades mercantis da qual participou e liderou. Um dos mais importantes tropeiros e negociantes de muares da Província do Paraná o que lhe deu projeção e posição ímpares.

"Sarau Virtual MULHERES POETIZAM"

 


Dia 25 de abril de 2021 - "Sarau Virtual MULHERES POETIZAM". Organização Isabel Furini e Grupo Poetas amigos de Isabel Furini .
Parabéns a organização!
Parabéns a todos participantes!!
Muito obrigada pelo convite e certificação!!!



"Presa" - autoria: Valeria Borges da Silveira

"Presa" - autoria: Valeria Borges da Silveira

"Agasalho-te com meus abraços,
Dançamos os mesmos passos,
Sonhamos os mesmos sonhos...
Esta paixão se tornou
Ardente e valiosa,
Abusou dos sonhos meus,
Alcançou o infinito,
Ao tocar os lábios teus...
Queria parar o tempo
E num raro momento
Ficar estacionada na sublime felicidade
Desfrutando do sentimento...
Vou fazer do teu corpo
O meu eterno paraíso,
Não dominar meus impulsos,
E que nunca te deixar seja preciso...
Flutuo nas ondas do teu corpo,
Fico imersa no oceano do teu olhar
E, quando percebo estou presa,
Pronta para te amar."

sexta-feira, 23 de abril de 2021

Dia 23 de abril - Dia Mundial do Livro

 


"A IMPORTÂNCIA DA LEITURA" - autoria:
Valeria Borges da Silveira
"A era da informação nos traz um extraordinário
desenvolvimento da ciência e tecnologia e possibilita
pesquisas e inovações, sendo a força motriz do progresso.
Contudo, deve-se levar em conta que é na literatura que há
um denominador comum da experiência humana.
Independente de quem, uns e outros, que leem
diferentes obras, de vários autores, “aprendem” o que
partilham como seres humanos, independente de posição
social, geografia, situação financeira e período histórico.
Nada nos protege melhor da estupidez do preconceito,
do racismo e do sectarismo religioso ou político do que esta
verdade que sempre surge na grande literatura: todos são
essencialmente iguais.
Os bons romances nos ensinam a ver nas diferenças
étnicas e culturais a riqueza do legado humano. Essa riqueza
de manifestação multifacetada da criatividade humana.
Ler boa literatura é aprender o que e como somos,
com nossas ações e nossos sonhos.
Uma sociedade sem literatura escrita se exprime com
menos precisão, riqueza de nuances, clareza, correção e
profundidade do que a que cultiva os textos literários.
Sem a literatura, a mente crítica – verdadeiro motor
das mudanças históricas – sofreria uma perda irreparável,
pois toda boa literatura é um “questionamento” do mundo em
que vivemos, e nos permite viver um mundo onde as regras
inflexíveis da vida real podem ser amenizadas, onde nos
libertamos do tempo e do espaço.
Se quisermos evitar o desaparecimento da própria fonte
que estimula a imaginação e que refina nossa sensibilidade e
nos ensina a falar com eloquência, precisamos ler bons livros
e incitar a leitura aos que vêm depois de nós!"

quarta-feira, 21 de abril de 2021

segunda-feira, 19 de abril de 2021

segunda-feira, 12 de abril de 2021

"Fim de Tarde" - autoria: Valeria Borges da Silveira

 


"Fim de Tarde" - autoria: Valeria Borges da Silveira
"Bonito é o fim da tarde,
Que parece infinito
E é um lugar comum.
E todo mistério é nenhum.
Sem mais,
Sem razão,
Sem talvez,
O sol se põe outra vez.
Grande é a força de que sou capaz...
Grande é o amor que sempre me refaz,
Quando o sol dá a alma
Para a noite que vem.
Bonita é a energia
Que o sol me traz..."
*Fotos tiradas hoje - credito Valéria Borges da Silveira

sexta-feira, 9 de abril de 2021

quarta-feira, 7 de abril de 2021

ESTAÇÕES DAS LETRAS - no Chá das Cinco

07 de abril de 2021, às 17 h, AS ESTAÇÕES DAS LETRAS - no Chá das Cinco , Jorge Cury Neto entrevistou Adélia Maria Woellner. 
Link de acesso : https://youtu.be/r0atb6rME8I - Evento realizado em parceria com o Centro de Letras do Paraná, Academia Feminina de Letras do Paraná, Academia Paranaense da Poesia e União Brasileira de Trovadores Seção Curitiba.


Revoada Poética, promovido pela UBT - Seção Curitiba

 

Dia 6 de abril de 2021 - 18 horas - Participação evento Revoada Poética, promovido pela UBT - Seção Curitiba em parceria com Centro de Letras do Paraná, Academia Paranaense da Poesia e Academia Paranaense Feminina de Letras.


Desenhando Ilusões - autoria:
Valéria Borges da Silveira
"Desenhando Ilusões
Soberana e transparente
No meio de teus pensamentos
Remexer teus conceitos,
Lembrar teus afetos
Como quem ama a vida,
Emoções...
Aos quatro ventos".
Quem me Dera - autoria:
Valeria Borges da Silveira
"Quem me dera a eterna vida
Nunca arranhar os céus da alma...
Varrer as poeiras diversas
Que se instalam...
Tecer a teia do tempo...
Iluminar meu pensamento...
Quem me dera
Sempre bater forte e
Escandaloso o coração..."

terça-feira, 6 de abril de 2021

Reunião remota da Associação Literária Lapeana - ALL.

 Dia 6 de abril de 2021 - reunião remota da Associação Literária Lapeana - ALL. Pauta: projetos para 2021. Em breve mais informações.



sexta-feira, 2 de abril de 2021

FELIZ E ABENÇOADA PÁSCOA!

Nesta época celebramos a vitória do amor do nosso Salvador!

Espero que todos os sonhos de amor e paz triunfem sobre qualquer dificuldade. É tempo de renovação, de renascimento e nesse espírito eu desejo que suas vidas renasçam carregadas de doces surpresas, muito amor, muita paz, muita saúde e muita amizade!
Votos de Valeria Borges da Silveira

*imagem da internet - tendo direitos autorais, favor entrar em contato para adicionarmos

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Curiosidades sobre História do Dia da Mentira – 01 de abril

 • Fonte: Wikipedia

Acredita-se que a data surgiu na França em meados do século XVI.
O Dia da Mentira, também conhecido como Dia das Mentiras, dia das petas, dia dos tolos (de abril), dia da gafe, ou dia dos bobos, é uma celebração anual em alguns países europeus e ocidentais, comemorada em 1 de abril, pregando partidas e espalhando boatos como formas de assinalar a data. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano se iniciaria a 1 de abril. Passaram então a ser ridicularizados e passaram a receber presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fools' Day, "Dia dos Tolos (de abril)"; na Itália e na França é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, literalmente "peixe de abril".
Existem alguns registros históricos que apontam o Dia da Mentira como uma prática mais antiga do que se acredita atualmente. Um dessas menções é de um poeta chamado Eduard de Dene, também do século XVI, que escreveu um poema que sugere práticas parecidas com as do Dia da Mentira.
No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado no 1º de abril de 1828, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez a 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Entre a população teutófona do sul do Brasil, onde a vasta maioria fala o dialeto alemão-riograndense o primeiro de abril se chama der Aprilscherz (a pegadinha de abril), sendo a vítima chamada de der Narr no masculino e die Narrin no feminino, aplicando-se frequentemente os vulgos termos der Dappes e der Dummkopp (o bobão).