segunda-feira, 18 de março de 2019

A ARTE DA SUPERAÇÃO – autoria: Valeria Borges da Silveira


Algumas pessoas tem capacidade de superar as adversidades da vida com menor desgaste, se recuperando mais rapidamente do que outros. E por que isso ocorre? 
Estudos tem revelado várias descobertas de como algumas pessoas tem capacidade de manter o foco e equilíbrio emocional e outras nem tanto. A maioria “dos fortes” tem elevada autoestima (93%),  autocontrole (86%), maior flexibilidade diante de mudanças (81%) e objetivos definidos (72%).
Então, constata-se que “a arte da superação” contempla vários fatores. 

1. Valorizar aptidões – competências e qualidades. 
2. Pensar nos seus acertos – buscando prazer e satisfação no que faz – pois quanto mais satisfeito consigo mesmo mais feliz e forte ficará diante das dificuldades. 
3. Aceitar- se como e quem você é – não fingindo nem simulando emoções – sejam boas ou más. 
4. Poupar os neurônios – de preferência deixar ações que exijam mais equilíbrio para os momentos que estiver mais descansado. 
5. Exercitar o otimismo – não pensando em obstáculos mas em desafios a serem superados.
6. Praticar arte – usando a criatividade.
7. Imaginar um futuro melhor – criando um cenário positivo no futuro e atenuando o impacto de situações traumáticas. 
8. Mudar os planos – pensando em novas possibilidades.
9. Executar ações conforme prioridades.
10. Definir objetivos de curto, médio e longo prazo. 
11. Cultivar a gratidão.
Pesquisas também mostram que pessoas com vínculos afetivos sólidos tanto com familiares quanto com amigos, superam melhor as dificuldades. É importante reservar sempre um tempo para cultivar essas relações. E também participar de atividades em grupos que consiga desenvolver talentos e se sentir valorizado.
A superação é “uma arte” que se mostra diferentemente para cada um que passa por tristes experiências e/ou problemas. Muitas vezes parecem irreversíveis e/ou impossíveis de solução, contudo é fundamental acreditar que tudo é passível de mudança, com confiança, perseverança e otimismo.




Autoria: Valeria Borges da Silveira