segunda-feira, 15 de agosto de 2016

NOSSA IDENTIDADE CULTURAL

Na era do conhecimento, não há como ignorar ou bancar o ingênuo diante da multifacetada Educação no Brasil.

Fica sempre a questão da nossa identidade cultural, da nossa identidade como povo, dos traços que marcam nossos limites, mas apontam também nossas possibilidades.

No Brasil, desde o descobrimento há uma dependência da cultura de outros países. Um processo de aculturação, que continua até hoje no nosso inconsciente coletivo. A maioria acha que tudo que é bom sempre está fora do Brasil.

Hoje, fala-se em interdisciplinaridade, em educação cidadã. A educação melhorou, mas ainda é preciso mudar mais, pois ainda hoje continua um processo de alienação. Já existe um movimento diferente para fazer reflexão nas salas de aula, usar recursos tecnológicos, como um vídeo que traga a realidade, uma música, uma pesquisa, diversificando para que possa construir o nosso jeito de pensar, sem esquecer o fenômeno social que está acontecendo ao lado.

Os problemas de identidade cultural influenciam diretamente algumas pessoas, que não “aprendem a pensar”. A idéia é que as pessoas aprendam não apenas a ler e escrever para reproduzir, mas que aprendam para que possam refletir e agir sobre situações do dia-a-dia. Devem aprender a ser cidadãos.

A leitura é o grande recurso para tarefas mais árduas. Porque a leitura aguça nossa sensibilidade, percepção de nós mesmos e dos outros, “ilumina” as cenas do mundo.

A História é tarefa nossa! Podemos mudar, deixarmos de ser condicionados, mudarmos nossa forma de ser e estar no mundo!

Compete-nos superar os obstáculos, modulando a vida segundo nosso desejo de crescer.

Texto de autoria de Valéria Borges da Silveira

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