domingo, 19 de julho de 2015

O JEITO BRASILEIRO DE NEGOCIAR



O executivo brasileiro tem desafios particularmente difíceis na hora de atravessar fronteiras mundo afora.

Além de o ensino de habilidades multiculturais no país ser ainda pobre, o brasileiro está habituado a viver em um território de dimensões continentais, com unidade lingüística e religiosa, sem contrastes culturais gigantes – tudo aglutinado por poderosas redes nacionais de TV.

Resultado: o brasileiro pode abalar a estabilidade emocional facilmente – com prejuízos dos negócios – em missões empresariais mais espinhosas, sobretudo em países culturalmente muito distantes.

Além disso, características culturais podem chocar os visitantes, provocando distanciamento emocional e confusão, o que sem dúvida atrapalha as negociações.

Outra característica genuinamente brasileira é o otimismo desbragado. Que de certa forma, pode ser beneficente, pois influencia o consumo e a estratégia das empresas, que se posicionam para o crescimento. Mas, por outro lado, manifestações de otimismo podem incomodar e ser interpretadas como malandragem de quem quer mesmo é dourar a pílula.

O brasileiro não sabe dizer não e confunde os estrangeiros que, muitas vezes, imaginam um negócio fechado, quando na verdade ele mal começou a ser avaliado.

Esse traço cultural é reforçado pelo perfil das empresas brasileiras, que delegam pouco poder aos executivos, que acabam não sendo mais objetivos por não terem poder de decisão.

O executivo brasileiro dos escalões sociais mais altos também tem o mau hábito de jogar a culpa de tudo que dá errado em Brasília e, isso é irritante para quem vê de fora.

Péssimo em cumprir horários – algo especialmente desconcertante para quem acredita que “tempo é dinheiro” -, o brasileiro, em contrapartida, é flexível e ágil na hora de solucionar situações imprevistas, traquejo adquirido em anos de economia de guerra, que tem valorizado o seu passe no exterior.

As características gerais do país também podem de ante-mão deixar o visitante um tanto inseguro.

Sem dúvida, o impacto da cultura nos negócios ainda é muito significativo. Apesar da nova geração de gerentes internacionais ser formada segundo os preceitos da mesma filosofia administrativa, nem sempre eles conseguem falar a mesma “língua”.

Mesmo que a etiqueta cultural não seja levada muito em conta, alguns termos não são facilmente compreendidos nos quatro cantos do mundo. O que se dirá então de sutilezas de comportamento na mesa de negociação?


Texto de autoria de Valéria Borges da Silveira.




terça-feira, 14 de julho de 2015

"Entre Tantas Paisagens"


Aspirando a eterna glória
De vivências registradas na memória
Construindo castelos
Com as próprias mãos.
Mergulhando em paixões,
Livros e viagens.
Pisando chãos
Afligindo corações
Entre tantas paisagens...

"Entre Tantas Paisagens", autoria de Valéria Borges da Silveira, livro " Reticências" pág. 88

terça-feira, 7 de julho de 2015

"BUSCA DA FELICIDADE"



Você já se preocupou alguma vez com a felicidade?
Já envidou esforços para conquistá-la?
Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se dêem conta disso.
Mas afinal, o que é a felicidade?

A felicidade, varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.
Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.
Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.
Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa, para compartilhar do nosso afeto.
No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.
Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.

Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.

Certa vez lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.

Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.
Ao observar a cena, pensou: pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional...
Isso é que deve ser infelicidade!
Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou: o senhor é muito infeliz, não é? Afinal fazendo um trabalho desses...
Confessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:
- Não senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça. Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.
- Só não sou mais feliz, porque não vejo todas as pessoas do mundo sorrindo...

Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.

Quando Jesus afirmou que a felicidade não é deste mundo, referiu-se à felicidade sem mescla, à felicidade plena. Todavia, podemos viver com alegria valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuimos e não está ao nosso alcance.

Pense nisso!

Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
A cada momento Deus nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.

Até mesmo os percalços do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda, após superados os obstáculos naturais da caminhada.



"BUSCA DA FELICIDADE" é um texto de autoria de Valéria Borges da Silveira.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

"Reticências" lançado em São Paulo

Fotos do lançamento do livro " Reticências" de Valéria Borges da Silveira em São Paulo


veja slide com fotos abaixo

quinta-feira, 2 de julho de 2015

1 Reunião sobre o VIII Festival de Cinema da Lapa

Seguindo o cronograma para os preparativos do VIII Festival de cinema da Lapa, no dia 01 de julho de 2015 aconteceu a reunião dos representantes do Instituto Histórico e Cultural da Lapa - equipe do Festival de Cinema, com a prefeita Municipal da Lapa Sra Leila Klenk e equipe.
Na ocasião foi exposto o novo cronograma e foram definidas as solicitações para parceria. Seguem abaixo fotos da reunião.

Nas fotos:Valéria Borges da Silveira da Santa Bárbara Produtora,  Maria Inês Borges da Silveira - Presidente do Instituto Histórico e Cultural da Lapa, Luiz Carlos Borges da Silveira do Instituto Borges da Silveira, Rudolfo Alffinger, Diego Florentino e Solange Stecz, responsáveis pela curadoria do Festival e Oficinas de Cinema, Leila Klenk - Prefeita Municipal da Lapa com seus Assessores e Secretários. Fotos de Ana Taborda da Assessoria de Comunicação do Instituto Histórico e Cultural da Lapa.

O VII Festival de Cinema acontecerá de 18 à 21 de novembro de 2015.

Aguardem as novidades!