quarta-feira, 25 de março de 2015

Flexibilidade na Jornada de Trabalho



Grandes companhias estão percebendo que abolir a rigidez nos horários de entrada e de saída dos funcionários aumenta a satisfação e produtividade dos mesmos e pode ser fundamental para atrair e manter os bons profissionais.

A tendência está se espalhando rapidamente. Mas, por enquanto, atinge mais (quase unicamente) as grandes cidades.

Nessas cidades geralmente as empresas oferecem alternativas no horário padrão, sem, contudo, abrir mão do controle sobre a quantidade de horas trabalhadas, levando-se em conta a carga horária total estipulada do mês.

O importante é que o funcionário desempenhe bem sua função, não deixando vencer prazos e trabalhando com eficácia e eficiência.

Além de trabalharem com mais disposição, se sentem mais gratificados, principalmente por acharem que têm a confiança dos empregadores.

E, também, com esse “velho desejo” realizado, têm uma motivação maior para atuarem profissionalmente.

Cada vez mais brasileiros estão conseguindo conciliar a jornada de trabalho com os compromissos e as necessidades da vida pessoal.

Aos poucos isso está deixando de ser exclusividade dos profissionais liberais, dos patrões ou de executivos em cargos muito elevados.

Mas, apesar de estar bem difundida no mercado brasileiro, a iniciativa ainda não atinge os cargos de menor remuneração.

A principal causa da resistência deve-se ao fato das empresas temerem conceder liberdade plena de horário por desconfiar que os empregados abusariam desse direito.

A maior parte dos patrões ainda acredita que produtividade se baseia pela quantidade de horas que o funcionário permanece na empresa.

Mas, nas empresas em que foi adotada a flexibilidade de horários está acontecendo justamente o contrário. Há pessoas que até excedem suas horas de trabalho.

O objetivo dessa “nova prática no mercado” é fazer o máximo para encontrar o equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal e com isso, o funcionário sentir-se melhor e mais estimulado a trabalhar.


Flexibilidade na Jornada de Trabalho - texto de Valéria Borges da Silveira.

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